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Polícia britânica divulga novas imagens de brasileira desaparecida; veja

A polícia do condado de Essex, na Inglaterra, divulgou nesta quarta-feira (1º) novas imagens da psicóloga cearense Vitória Figueiredo Barreto, de 30 anos, desaparecida há quatro semanas.

Os registros ampliam a linha do tempo dos últimos passos da brasileira e levaram à confirmação do último horário em que ela foi vista. O caso ocorre em Brightlingsea, a cerca de 90 quilômetros de Londres.

De acordo com as autoridades, um vídeo mostra uma pessoa que seria Vitória caminhando em uma área de campo ao sul de Hurst Green, entre Back Waterside Lane e Mill Street, às 15h33 do dia 3 de março, cerca de uma hora após ela ter sido vista na região. Veja abaixo.

Uma segunda gravação, considerada mais recente, registra a brasileira atravessando uma área industrial ao sul de Copperas Road, nas proximidades do canal de Brightlingsea e de uma marina, já na madrugada do dia 4 de março.

Com base nas imagens, a polícia informou que o último registro confirmado de Vitória passou a ser às 0h22 do dia 4 de março, e não mais às 0h16, como divulgado anteriormente.

A superintendente Anna Granger, que conduz a investigação, afirmou que o novo material aproxima a brasileira da área onde uma embarcação foi retirada de um cais naquela mesma madrugada.

“Embora não possamos afirmar de forma conclusiva que foi Vitória quem soltou a embarcação, que depois foi encontrada à deriva em Bradwell-on-Sea, esse novo registro confirmado a coloca mais próxima dessa área e reforça a hipótese de que poderia ser ela”, disse.

Segundo a investigadora, a polícia trabalha para reduzir o intervalo entre o último registro conhecido e o momento em que o barco foi retirado do cais.

“Continuamos trabalhando para fechar essa lacuna e dar respostas aos familiares. Também seguimos buscando acesso a dados de comunicação e financeiros de Vitória, o que pode abrir novas linhas de investigação”, afirmou.

Apesar dos avanços na análise de imagens e dados, as buscas físicas por terra, água e litoral foram encerradas pelas autoridades britânicas. A investigação segue com base na análise de provas, relatos e cooperação internacional.

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