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‘Ano novo, terapia em dia’

Não estava fácil ser uma artista da música, ao mesmo que tempo que convivia numa relação extremamente tóxica e abusiva. A terapia me ajudou a me perceber, a olhar pra mim com mais carinho; a compreender meus pontos cegos e me ajudou a relembrar do quanto eu poderia ser corajosa apesar do medo, e mais, me ajudou a lembrar do quanto eu era forte. É muito fácil esquecermos quem somos. Não à toa, a memória coletiva lida com as efemérides, sim, as datas festivas, os feriados que funcionam como monumentos temporais da história. Não à toa também, temos nossos monumentos físicos espalhados pela cidade, ou ruas nomeadas por figuras as quais alguém diz que precisamos lembrar ou esquecer.

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