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Calvin Klein | Nova York

Desta vez, a italiana Leoni diz ter se debruçado sobre um momento bem importante da história da marca: o fim dos anos 1970 e o começo dos 80, quando a label começava a construir a base do que viria a ser sua visão. Na passarela, apresentou silhuetas retas, alfaiataria precisa e um flerte um pouco maior com a sensualidade, algo que se manifestou principalmente por meio das costas abertas de vários looks – algo bem-vindo, já que a Calvin Klein sempre foi sexy. Ao lado disso, a mistura de geometria, rigidez, diferentes texturas e relances do icônico underwear da marca, compõe uma coleção que é rica, mesmo sem gritar.

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