Dezenas de pessoas uniram-se em Belém neste domingo (8) para a Marcha das Mulheres, que percorreu as ruas da capital paraense no Dia Internacional da Mulher. O ato principalizou a luta contra o feminicídio e reivindicou diversas pautas sociais. Uma das participantes ressaltou: "O Dia 8 de Março não é dia de ganhar flores mas um dia de luta, de resistência, de dizer chega à misoginia".
Detalhes do Movimento e Pautas Sociais
A concentração do movimento ocorreu na Escadinha das Docas por volta das 9h, seguindo em direção à Praça da República. O ato destacou o alarmante aumento dos casos de feminicídio no Brasil, que atingiram um recorde em 2025. Além de um carro de som para discursos, cartazes e faixas reforçaram a demanda pelo fim da violência contra a mulher, incluindo apelos pelo fim do conflito no Oriente Médio. O mote da edição deste ano foi "Mulheres Vivas contra o Feminicídio, o Imperialismo e a Transfobia. Pela soberania dos Povos e o fim da Escala 6×1".
Foco na Vulnerabilidade e Direitos
Durante a caminhada em Belém, foi salientado que mulheres pobres, negras, indígenas e trans são desproporcionalmente afetadas pela violência e pela precarização das condições de vida. O 8 de Março é celebrado em Belém, e em outras cidades, como um dia internacional de luta, focando no combate ao feminicídio e na defesa de direitos trabalhistas.









