“Eu sou caipira do interior, japonesa, então, ao mesmo tempo, era muito distante desse Carnaval que eu via na TV. Eu via a Luma de Oliveira, Monique Evans, Fábia Borges, Eloína dos Leopardos, Pinah, via todas essas musas e queria ser elas. Quando eu pisei pela primeira vez na escola de samba, eu me senti pertencente a um lugar” explica Sabrina.
Sabrina Sato abre seu acervo de Carnaval

