Ao analisar os supercentenários, os pesquisadores perceberam algo essencial: nelas, o envelhecimento não parece funcionar como uma espécie de desligamento progressivo, mas, sim, como um processo de adaptação. As células imunológicas deles mantêm ativos sistemas de “limpeza” celular semelhantes aos de pessoas muito mais jovens. O organismo continua reciclando proteínas, eliminando danos e preservando funções. O sistema imune, em vez de ir enfraquecendo, vai se reorganizando.
Supercentenários brasileiros desafiam a ciência e mudam o conceito de envelhecimento

