Em 8 de setembro, sob a chuva que caía no pátio de paralelepípedos do Eton College, o Príncipe George cruzou o arco histórico da Torre de Lupton, do século XVI, acompanhado pelos pais, o Príncipe William e Kate Middleton. Aos 13 anos, quase tão alto quanto a mãe, o jovem príncipe sorriu ao ser recebido pelo diretor Simon Henderson e pelo reitor Sir Nicholas Coleridge com as boas-vindas.
A mudança representa um marco monumental para o casal, que viu o filho mais velho sair de casa para estudar em um internato. Para Kate, em remissão após o tratamento de um câncer, e para William, o outono trouxe uma adaptação profunda ao novo ritmo doméstico, sentindo a ausência de George na mesa do café da manhã. Diferente dos primeiros dias de aula anteriores, a despedida foi planejada de forma discreta, sem a presença dos irmãos Charlotte e Louis e com acesso de imprensa limitado, lembrando vagamente a chegada de William ao local em 1995 ao lado da Princesa Diana, Charles e Harry.
Enquanto a família se ajusta à nova rotina escolar de George, William e Kate enfrentam uma nova onda de complicações externas. O retorno de Harry e Meghan Markle à Grã-Bretanha, acompanhados dos filhos Archie, de 7 anos, e Lilibet, 5, – que se adaptam a uma nova escola nos arredores de Londres -, trouxe de volta à tona antigas desavenças familiares.
Uma carta emitida em nome do Rei Charles reiterando que os Sussex permanecem sem funções oficiais gerou nova controvérsia, ressaltando o alinhamento total entre o Rei e o Príncipe William de que eles não representam a instituição. Fontes apontam que William e Harry continuam completamente afastados e sem contato direto, transformando o distanciamento em uma espécie de “guerra fria” sob o escrutínio público constante.
Foco no futuro e na união familiar
Apesar da pressão midiática e do desgaste gerado pelo “ruído” em torno da família, William e Kate têm demonstrado uma frente unida. O foco do casal permanece inabalável em proteger o bem-estar dos filhos e dar continuidade aos seus compromissos públicos, incluindo iniciativas sociais e a preparação para futuras viagens oficiais.
Para George, os fins de semana de recesso e os feriados trarão de volta a casa as histórias de sua nova rotina, enquanto Charlotte, de 11 anos, e Louis, 8, aprendem a conviver com um ritmo diferente sem a presença diária do irmão mais velho.

