A velhice está na moda. Está nas passarelas, nas revistas e nos jornais, nas telenovelas e, especialmente, nas redes sociais. Hoje, incontáveis mulheres sonham em ser influenciadoras da velhice, da maturidade, das mulheres 40+, 50+, 60+, 70+, 80+, 90+… Por trás desses discursos de autoestima, autocuidado, auto, auto, auto, existe um mercado que aprisiona nossos desejos em modelos de saúde, beleza e juventude que só provocam sofrimento, frustração e insatisfação com nossos corpos.

