A Groenlândia manifestou agradecimento às nações europeias pelo apoio contínuo à ilha, frente às ameaças de tarifas punitivas impostas pelo então presidente dos EUA, Donald Trump, que demonstrava interesse em anexar o território dinamarquês.
Escalada da Tensão e Resposta Europeia
A crise teve início com a exigência de Trump para que os EUA pudessem adquirir a Groenlândia, resultando em uma ameaça de sanções comerciais sobre oito aliados europeus, incluindo França, Alemanha e Reino Unido, caso sua demanda não fosse atendida. Em resposta, esses países enviaram pequenos grupos militares à ilha a pedido da Dinamarca, reafirmando sua solidariedade. Líderes europeus, após um alerta sobre uma 'perigosa espiral descendente' nas relações, prometeram manter o apoio à soberania da Dinamarca, com embaixadores da União Europeia reunidos para coordenar a resposta.
Motivações e Reações Internacionais
Naaja Nathanielsen, ministra do gabinete da Groenlândia para negócios, energia e minerais, destacou que 'vivemos em tempos extraordinários que exigem não apenas decência, mas também muita coragem', em um comunicado oficial. Trump justificava o interesse na Groenlândia por sua localização estratégica e depósitos minerais, não descartando o uso da força, o que gerou alarme na Europa sobre a perspectiva de um confronto direto entre membros da OTAN. Analistas apontam que a aquisição da Groenlândia era vista pelos EUA como uma forma de conter a influência chinesa no Ártico.

