Avião da Azul é inspecionado e liberado em Salvador após código de sequestro ser inserido por engano em voo

Por Redação em 28/01/2022 às 23:26:02

A aeronave, um Embraer E195, saiu de Campinas às 17h38 e pousou em Salvador às 19h52, no voo AD4141. Empresa lamentou eventuais transtornos aos passageiros. Reprodução de voo da Azul entre Campinas e Salvador

Reprodução/FlightRadar24

Uma "falha operacional" fez um avião da Azul ser inspecionado --e liberado-- após o pouso nesta sexta-feira (28), no aeroporto de Salvador, por uma falsa suspeita de sequestro a bordo.

Não houve sequestro. O alerta ocorreu porque foi acionado por engano no transponder uma sequência de quatro números que indica apropriação ilícita da aeronave. O transponder é um sistema que permite ao controle de tráfego aéreo e aos outros aviões identificar uma aeronave.

A Azul não informou as circunstâncias em que o transponder foi acionado foi o código errado.

Uma vez inserido o código que aponta sequestro, a ação não pode ser desfeita manualmente, mesmo que a tripulação informe ao controle de tráfego aéreo se tratar de engano. O padrão, então, por questões de segurança, é que o controle de tráfego aéreo oriente a aeronave a estacionar em uma área afastada do terminal de passageiros e ela seja inspecionada. Foi o que ocorreu.

"Após o pouso, o avião foi submetido a um protocolo de segurança da companhia e do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), que não identificou riscos para a segurança do voo", informou a Azul em nota.

A aeronave, um Embraer E195, saiu de Campinas às 17h38 e pousou em Salvador às 19h52, no voo AD4141.

A empresa lamentou "eventuais aborrecimentos causados a bordo e destaca que ações como essa necessárias para garantir a segurança de suas operações".

O que disse a Azul

"A Azul esclarece que, por uma falha operacional, o código que indica apropriação ilícita da aeronave foi acionado durante um voo que seguia de Campinas para Salvador na noite de hoje (28). Após o pouso, o avião foi submetido a um protocolo de segurança da companhia e do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), que não identificou riscos para a segurança do voo. A companhia lamenta eventuais aborrecimentos causados a bordo e destaca que ações como essa necessárias para garantir a segurança de suas operações."
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