Nozes baixam pressão e reduzem risco de doenças cardíacas

Foto: California Walnut Commission

Nozes e o coração

 

Quando combinada com uma dieta com baixas gorduras saturadas, comer nozes pode ajudar a baixar a pressão arterial em pessoas com risco de doença cardiovascular.

Em um estudo randomizado e controlado, pesquisadores examinaram os efeitos da substituição de algumas gorduras saturadas na dieta dos participantes por nozes, reconhecidamente as frutas oleaginosas mais saudáveis.

Quando os participantes comeram nozes inteiras diariamente, em combinação com quantidades totais mais baixas de gordura saturada, eles apresentaram pressão arterial central mais baixa.

A pressão arterial central, ou pressão arterial profunda, é a pressão exercida sobre órgãos como o coração. Essa medida, assim como a pressão arterial braquial, medida no braço de maneira tradicional, fornece informações sobre o risco de uma pessoa desenvolver doença cardiovascular.

Mais do que gorduras

A conclusão é que, como as nozes diminuíram a pressão central, o risco de doença cardiovascular também diminuiu.

Parece que há algo extra nas nozes que é benéfico, que você não obtém apenas com os ácidos graxos.Penny Kris-Etherton

Mas parece haver mais do que isso.

“Quando os participantes comiam nozes inteiras, eles obtiveram benefícios maiores do que quando consumiam uma dieta com um perfil de ácidos graxos similar ao das nozes, sem comer a própria castanha. Então, parece que há algo extra nas nozes que é benéfico – talvez seus compostos bioativos, talvez a fibra, talvez outra coisa – que você não obtém apenas com os ácidos graxos,” disse a professora Penny Kris-Etherton, da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA).

Embora todas as dietas testadas tenham apresentado um efeito positivo na saúde cardiovascular, a dieta com nozes inteiras proporcionou os maiores benefícios, incluindo menor pressão arterial diastólica central.

“As nozes contêm ácido alfa-linolênico – ALA – um ômega-3 à base de plantas que pode afetar positivamente a pressão arterial,” disse a professora Alyssa Tindall, que coordenou o ensaio clínico, publicado no Journal of the American Heart Association. Fonte: Diário da Saúde

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