Número de mortos por ciclone em Moçambique pode passar de mil

Foto: Denis Onyodi

 

Contagem oficial é de 84 mortos no país, mas equipes ainda tentam chegar a áreas devastadas, que estão sem luz, água e meios de comunicação

 

 

Os ventos de 170 km/h e as fortes chuvas do ciclone Idai causaram inundações, destruição e mortes . Até o momento, a contagem oficial de mortos é de 222 pessoas, em Moçambique, Zimbábue e Malawi, mas a Cruz Vermelha Internacional acredita que este número deve crescer rapidamente.

 

O presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, sobrevoou a região afetada na segunda-feira. Disse que viu muitos corpos boiando em rios e estimou que o número de vítimas fatais deve passar de mil no país 

Foto: Denis Onyod

 

O presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, sobrevoou a região afetada na segunda-feira. Disse que viu muitos corpos boiando em rios e estimou que o número de vítimas fatais deve passar de mil no país

 

As equipes de resgate têm enfrentado dificuldades para avaliar a devastação causada pelo Idai, que chegou do Oceano Índico no final da semana passada, atingindo Moçambique e, depois, os vizinhos Zimbábue e Malaui

Foto: Denis Onyodi

 

As equipes de resgate têm enfrentado dificuldades para avaliar a devastação causada pelo Idai, que chegou do Oceano Índico no final da semana passada, atingindo Moçambique e, depois, os vizinhos Zimbábue e Malaui.

 

'Estamos trabalhando com a Nasa e a Agência Espacial Europeia para obter informações de satélite e ter uma visão completa das áreas afetadas e do número de pessoas presas lá', disse Caroline Haga, da Federação Internacional, à agência Reuters. 'Devido ao tamanho dessas áreas, esperamos que o número de mortes aumente significativamente'

Foto: Josh Estey

 

“Estamos trabalhando com a Nasa e a Agência Espacial Europeia para obter informações de satélite e ter uma visão completa das áreas afetadas e do número de pessoas presas lá”, disse Caroline Haga, da Federação Internacional, à agência Reuters. “Devido ao tamanho dessas áreas, esperamos que o número de mortes aumente significativamente”

 

Gerald Bourke, do Programa Mundial de Alimentos da ONU, disse à agência Reuters, que muitas pessoas ainda estavam presas nas áreas mais elevadas de Moçambique. 'Estamos vendo metro após metro de aldeias sob vários metros de água', disse Bourke

Foto: Josh Estey

 

Gerald Bourke, do Programa Mundial de Alimentos da ONU, disse à agência Reuters, que muitas pessoas ainda estavam presas nas áreas mais elevadas de Moçambique. “Estamos vendo metro após metro de aldeias sob vários metros de água”, disse Bourke.

 

Na foto, é possível ver o bairro de Nhamudima, em Beira, a quarta maior cidade de Moçambique, que teve 90% dos seus prédios destruídos pelo ciclone

Foto: Josh Estey

 

Na foto, é possível ver o bairro de Nhamudima, em Beira, a quarta maior cidade de Moçambique, que teve 90% dos seus prédios destruídos pelo ciclone.

 

A comunidade internacional já se mobiliza para levar ajuda humanitária a Moçambique. Depois de perder sua casa, esta mulher esperava por assistência sentada com os filhos em uma estrada na cidade de Beira

Foto: Josh Estey

 

A comunidade internacional já se mobiliza para levar ajuda humanitária a Moçambique. Depois de perder sua casa, esta mulher esperava por assistência sentada com os filhos em uma estrada na cidade de Beira.

 

A Anistia Internacional pediu que os governos estrangeiros e agências internacionais aumentem os recursos para assistência dos atingidos pelo ciclone. Estima-se que 1,5 milhão de pessoas tenham sido afetadas em Moçambique, Zimbábue e Malaui

Foto: Josh Estey

 

A Anistia Internacional pediu que os governos estrangeiros e agências internacionais aumentem os recursos para assistência dos atingidos pelo ciclone. Estima-se que 1,5 milhão de pessoas tenham sido afetadas em Moçambique, Zimbábue e Malaui

 

A ONG Médicos Sem Fronteiras despachou várias equipes para Moçambique, assim como para o Zimbábue e o Malaui. Segundo a organização, falta energia elétrica desde quinta-feira (14) e telefones e internet também não funcionam. Na foto, pessoas tentam buscar água potável também em falta na região

Foto: Josh Estey

 

A ONG Médicos Sem Fronteiras despachou várias equipes para Moçambique, assim como para o Zimbábue e o Malaui. Segundo a organização, falta energia elétrica desde quinta-feira (14) e telefones e internet também não funcionam. Na foto, pessoas tentam buscar água potável também em falta na região.

 

Não há números oficiais sobre os desalojados, mas muitas pessoas já se acumulam em abrigos temporários

Foto: Josh Estey

 

Não há números oficiais sobre os desalojados, mas muitas pessoas já se acumulam em abrigos temporários

Ainda enfrentando as inundações, os moradores de Beira tentam resgatar os pertences que sobraram em suas casas destruídas

Foto: Denis Onyodi

 

Ainda enfrentando as inundações, os moradores de Beira tentam resgatar os pertences que sobraram em suas casas destruídas

 

“As estradas para as áreas atingidas pelo ciclone foram completamente bloqueadas por árvores caídas e entulho. A infra-estrutura foi completamente destruída ”, diz Marc Nosbach, diretor nacional da ONG CARE em Moçambique

Foto: Denis Onyodi

 

“As estradas para as áreas atingidas pelo ciclone foram completamente bloqueadas por árvores caídas e entulho. A infra-estrutura foi completamente destruída ”, diz Marc Nosbach, diretor nacional da ONG CARE em Moçambique.

 

As perdas econômicas também devem ser enormes. Na foto, pode se ver um carro embaixo de um contêiner que foi derrubado pela força dos ventos do ciclone 

Foto: Josh Estey

 

As perdas econômicas também devem ser enormes. Na foto, pode se ver um carro embaixo de um contêiner que foi derrubado pela força dos ventos do ciclone. Fonte: R7

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