Prefeitura de SP propõe a servidores em greve criar adicional salarial conforme cumprimento de metas

Foto: Roberto Casimiro

 

Servidores municipais em protesto contra a Reforma da Previdência Municipal na última terça-feira (19)

 

 

 

Proposta prevê ‘remuneração variável’ de até 2,4 salários adicionais conforme metas sejam atingidas. Servidores estão em greve contra reforma previdenciária que aumentou alíquota de contribuição.

 

A Prefeitura de São Paulo propôs na manhã desta sexta-feira (22) aos servidores municipais em greve a implementação de adicionais salariais conforme sejam atingidas as metas impostas pelo Executivo local e prometeu não descontar as faltas justificadas durante a paralisação iniciada no último dia 4.

 

Também ficou prometido o compromisso para voltar a discutir a Previdência Municipal, caso a reforma sancionada pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) seja aceita, e a discussão da reestruturação de carreiras.

 

A paralisação tem afetado principalmente os setores de saúde e educação. A reunião desta sexta-feira, um dia após outro encontro de servidores com o prefeito, serviu para a Prefeitura apresentar contrapropostas às reivindicações dos grevistas. Uma nova assembleia para definir os rumos da greve está marcada para esta tarde.

 

O principal pedido dos funcionários públicos municipais é a revogação da reforma da Previdência Municipal, que aumentou a contribuição básica para aposentadoria dos servidores. O desconto na folha de pagamento passou de 11% para 14%.

 

Os servidores também colocaram na mesa de negociação um reajuste salarial de 10% para a categoria, além da valorização dos servidores e o reconhecimento do direito de greve.

 

‘Política de meritocracia’

 

Pela proposta apresentada por Bruno Covas nesta sexta, o aumento salarial se basearia em uma “política de meritocracia”, com “remuneração variável” de até 2,4 salários adicionais ao ano – “pagos proporcionalmente ao atingimento de metas instituídas no Programa de Metas”.

 

Também está na contraproposta da gestão de Bruno Covas restabelecer as mesas de negociação com todas as carreiras. Fonte: G1

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