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Saúde busca alianças tecnológicas na China para impulsionar o SUS Inteligente

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, realizou uma série de encontros estratégicos em Shenzhen, na China, com executivos de três empresas globais de tecnologia em saúde e infraestrutura digital. O objetivo central da agenda foi estabelecer cooperação tecnológica com foco na modernização do Sistema Único de Saúde (SUS).

Parcerias Estratégicas para a Rede de Serviços Inteligentes do SUS

O diálogo com os CEOs das empresas chinesas visa atrair investimentos, fomentar parcerias industriais e impulsionar a pesquisa e desenvolvimento. A meta é apoiar a construção da primeira rede de serviços de saúde inteligentes do SUS, incorporando tecnologias digitais, inteligência artificial e novos equipamentos médicos.

Neusoft: Gestão Hospitalar Digital e Investimento Fabril

A Neusoft, especializada em tecnologia da informação para a saúde, apresentou soluções voltadas para a gestão hospitalar digital, a integração de dados clínicos e sistemas inteligentes de apoio à decisão médica. A companhia também anunciou investimentos para instalar uma fábrica de equipamentos de imagem em Santa Catarina.

Mindray: Equipamentos Médicos e UTIs com Inteligência Artificial

Durante as reuniões com a Mindray, maior fabricante chinesa de equipamentos médicos, foram discutidas oportunidades de oferta de equipamentos hospitalares, integração de plataformas digitais e o desenvolvimento de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) baseadas em inteligência artificial. A empresa, com 19 anos de atuação no Brasil e mais de 6 mil instituições de saúde atendidas, possui 353 equipamentos registrados na Anvisa. As discussões também abrangeram Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) com foco em pesquisa, inovação e transferência de tecnologia para produção local de equipamentos.

Huawei: Infraestrutura Digital e Conectividade para a Saúde Pública

Padilha também se reuniu com a Huawei para tratar de infraestrutura digital, sistemas de nuvem e conectividade em saúde. Essas tecnologias são avaliadas como essenciais para viabilizar a operação da nova rede de serviços inteligentes do SUS. A cooperação pode contribuir para integrar dados clínicos, otimizar a gestão hospitalar e ampliar o uso da inteligência artificial na organização da rede assistencial, além de apoiar projetos de digitalização da saúde pública brasileira.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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