A boa notícia é que muitos dos fatores identificados são possíveis de administrar. Os autores defendem que estratégias de prevenção do Alzheimer talvez precisem deixar de ser genéricas e passar a considerar diferenças biológicas entre homens e mulheres. Isso inclui um olhar mais específico para pressão arterial, saúde metabólica, atividade física, depressão, qualidade do sono e saúde cardiovascular feminina — sobretudo depois dos 50. É preciso entender, definitivamente, que o envelhecimento cerebral feminino tem suas próprias regras.









