• o livro do centenário e a Marilyn que estava no comando


      As duas amizades nasceram antes do auge, e isso explica muito do que as fotos conseguem mostrar. Sam Shaw conheceu Marilyn em 1950, apresentado pelo diretor Elia Kazan durante a pós-produção de Pânico nas Ruas. Ela era uma jovem atriz ainda desconhecida, ele fazia sua primeira reportagem fotográfica num filme. A sintonia foi imediata, ao ponto de Marilyn apelidá-lo de “Sam Spade”, o detetive de Dashiell Hammett. Como ele não tinha carteira de motorista, foi ela quem se ofereceu para levá-lo e buscá-lo nas filmagens seguintes, e as conversas dentro do carro, sobre cinema, música e atuação, selaram uma amizade que duraria até a morte dela, em 1962. “Eles começaram como amigos pessoais, unidos pelo interesse em comum por filmes, música, atuação e pelas artes”, conta Melissa Stevens.



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