A pandemia, como para muitos, foi um divisor de águas. Chris, que sempre viveu de aglomerar pessoas, precisou repensar tudo. “Como continuar relevante se o meu ofício desapareceu da noite para o dia?” A resposta veio em forma de reinvenção. “Se eu apenas virar palestrante, sou só mais uma. Se continuar só na prática, perco o frescor das novas narrativas. Quero o ‘e’, não o ‘ou’.” E assim, aos 60 e poucos anos, Chris voltou a estudar. Reorganizou sua arquitetura de marca, contratou uma consultoria, mergulhou no universo do branding, do conteúdo, do digital… Sem perder a alma que sempre guiou seu trabalho. “Quero ensinar, mostrar que é possível, que dá para ter propósito e relevância, mesmo com toda a velocidade desse novo mundo.”









