A relação da estilista com o esporte começou dentro de casa, acompanhando partidas ao lado da família e dos amigos. Ainda assim, o que despertou sua curiosidade não foi necessariamente o jogo. “Como qualquer pessoa que cresce no Brasil, vivia assistindo jogos de futebol em casa, com família e amigos, mas confesso que o futebol nunca foi o esporte que eu praticava. Em determinado momento, quando ainda muito jovem, comecei a ficar meio aficcionada pelo senso estético não só dos uniformes, mas de tudo que envolvia a cultura futebolística. Me questionava muito sobre o porquê, naquela época, tudo aquilo era tão dedicado somente ao universo masculino, tanto dentro do campo quanto fora”, relembra.









