Em sua defesa apresentada ao ministro Edson Fachin, Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aborda as mensagens da Polícia Federal que mencionam cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para seus filhos, supostamente solicitados por um funcionário do escritório de advocacia da família junto ao Banco Master.
Moraes Aponta Direcionamento nas Investigações
O ministro classifica a inclusão dessas mensagens no relatório da PF como um exemplo de "direcionamento das investigações" para fabricar "narrativas falsas". Ele sugere que foi o próprio Banco Master quem ofereceu os cartões e enfatiza que os mesmos "jamais foram utilizados", refutando qualquer ilegalidade na situação.
Refutação de Outras Alegações
Moraes também contesta outras alegações presentes no relatório, como a suposta participação de seus filhos em um evento solidário na Arena MRV, em Belo Horizonte. Ele afirma categoricamente que os filhos nunca solicitaram convites nem compareceram ao local, descrevendo as informações como "mentiras" com o intuito de atingir sua imagem no STF.
Fonte: https://veja.abril.com.br









