Os autores apontam algumas sinergias impressionantes entre Chanel e Vogue. Chanel abriu sua primeira boutique, de chapéus, na rue Cambon, 21, em 1910, mais ou menos na mesma época em que Condé Nast, que adquiriu a Vogue em 1909, começou a deixar sua própria marca nela. Diana Vreeland deixou a Vogue em 1971, o ano em que Chanel morreu. E Karl Lagerfeld foi nomeado diretor criativo da maison em 1983, 100 anos após o nascimento da fundadora. Tanto a Chanel quanto a Vogue tornaram-se enraizadas no tecido da cultura popular e ambas, escreve Tuite, “entenderam a autopromoção, protegendo sua imagem, construindo seu prestígio e reconhecimento, e reforçando suas próprias narrativas para garantir que suas lendas as precederem”.









