Fertilizantes estão indisponíveis ou sendo vendidos a preços muito mais altos em meio a interrupções relacionadas às tensões no Oriente Médio, aumentando os custos de produção, enquanto a rentabilidade das colheitas permanece inalterada, enquanto os agricultores enfrentam dificuldades financeiras, disseram agricultores em algumas partes da Índia no sábado (28).
A Índia, onde a agricultura é a principal atividade econômica, depende fortemente da importação de fertilizantes como ureia, fosfato diamônico (DAP) e cloreto de potássio, bem como de gás natural liquefeito, uma matéria-prima essencial para a produção de ureia.
O Oriente Médio responde por aproximadamente metade das importações indianas de DAP e ureia, sendo a Arábia Saudita o maior fornecedor de DAP e Omã o maior fornecedor de ureia.
A demanda por fertilizantes aumenta em junho e julho, quando os agricultores começam a plantar culturas como arroz, milho, algodão e oleaginosas.
Antes da temporada de verão, muitos carregamentos de ureia e DAP chegam à Índia durante o trimestre de março a maio.
A Índia está particularmente preocupada com a ureia, seu fertilizante mais utilizado, já que o conflito reduziu o fornecimento de gás usado na produção de fertilizantes à base de nitrogênio.
O Catar é o maior fornecedor de GNL importado para a Índia, mas os embarques do país foram interrompidos depois que o Irã respondeu aos ataques conjuntos entre EUA e Israel ameaçando atacar embarcações que transitavam pelo Estreito de Ormuz.









