• Com 22 anos, Léo Foguete vira fenômeno do forró e almeja conquistar o mundo

      Em apenas dois anos de carreira, Léo Foguete se tornou um dos maiores nomes da nova geração do forró, com apenas 22 anos. Depois do estouro de “Cópia Proibida”, o cantor pernambucano viu sua vida mudar completamente e se tornar um fenômeno com mais de 50 shows por mês pelo Brasil.

      “Para mim, é incrível saber que a gente vem de tão longe e chega ao Sul e Sudeste. É ter furado uma bolha. E eu chego lá e vejo todo mundo cantando as minhas músicas”, reflete o artista em conversa com a CNN Brasil.

      Léo lembra de um show em Curitiba, no Paraná, que ficaria para a memória, quando havia acabado de lançar seu segundo projeto, “Mais de Mim”. “Era minha primeira vez tocando lá, estava até com medo assim, pensando se a galera ia saber minhas músicas. No final, o público pedia músicas do álbum novo e cantava todas.”

      Mas conquistar o Brasil é pouco para Léo Foguete, que sonha alto e já tem muitos planos para os próximos meses. Depois de uma temporada de muitos shows no São João, o cantor se prepara para lançar um disco que mistura regravações com inéditas e, para dar o pontapé no projeto, ele fez sua própria versão de “Deixo”, da Ivete Sangalo.

      “Uma das novidades será a influência de sonoridades”, explica o cantor. Ao ir pela primeira vez ao Grammy Latino — por ser indicado em Melhor Álbum de Música Sertaneja —, ele diz que teve contato com gêneros sul-americanos que até então não conhecia. “Gosto de mesclar estilo, e ano passado eu escutei muitas músicas lá de fora. E fiquei surpreso com alguns ritmos, como o estilo mexicano, e quis trazer isso. Vai vir algo bem diferenciado.”

      Sobre o futuro, com um casamento à vista e a expansão de sua música, Léo mostra que escolheu de forma certeira colocar “Foguete” no nome artístico, pois pensa, com pressa, em crescer ainda mais.

      Confira a conversa de Léo Foguete com a CNN Brasil:

      Antes de estourar na música, você passou por diversos trabalhos, na construção civil, como entregador e outros. Se não fosse cantor, o que acha que estaria fazendo hoje?

      L: Eu ia estar tentando de todo jeito viver de música. Então, eu sempre falo que uma hora ia dar certo, porque eu não ia parar. E, de todo jeito, eu ia tentar fazer alguma coisa, independentemente se tivesse conseguido ou não. Acho que está dentro do coração a música, está dentro de mim. Talvez, se não fosse um cantor ainda, eu estaria ainda compondo grandes músicas, porque a música corre na veia, é minha vida, é minha paixão, a música é o que me move para fazer de tudo, né?

      Quais são seus planos para o futuro?

      L: Eu penso muito alto. Mas eu tenho muitas coisas aqui na cabeça, pensando à frente, grandes parcerias, tanta coisa que rola nessa cabeça aqui. Eu tenho uma vontade muito grande de fazer parcerias internacionais também e acho que isso é uma construção. Tenho dois anos de carreira, então, olha o quanto eu sou acelerado. Então, vou aos poucos plantando essa sementinha para que isso possa acontecer futuramente. É uma das coisas grandiosas que eu penso, né? É por isso que é foguete, que é ser meteórico, é ser muito rápido. 

      O que esperar do seu novo disco?

      L: Foi um dos álbuns em que mais trabalhei até então na minha carreira; a gente tem gravado mais de 60 músicas. Eu sou um cara que gosta de mesclar estilos e tudo mais. ano passado, quando eu fui ao Grammy Latino, escutei muitas músicas de fora. E quis trazer isso para esse álbum novo, uma música que vai vir com um estilo mexicano, e eu tenho um carinho muito grande; é uma composição minha também. 

      Espero que a galera goste; gente está fazendo com muito amor e carinho e está lindo de verdade. E a gente ainda vai gravar mais músicas, então estamos ainda trabalhando nesse álbum. A gente tem uma parceria com o Panda, que tenho confirmado até o momento. Eu não posso falar ainda quem mais vai vir.

      Você lançou uma parceria com Ronaldinho Gaúcho. Como surgiu esse convite?

      L: Eu nunca imaginei que pudesse virar amigo do Ronaldinho. O cara é gigantesco, o famoso que mais me surpreendi, porque ele é extremamente incrível. Não tem como descrever o Ronaldinho, extremamente humilde. Nós fizemos um Jogo da Alegria (evento beneficente) e eu fui anfitrião dessa partida em Fortaleza, e foi o primeiro contato que tive com ele. Eu estava com minha família lá; ele me tratou super bem. E é um cara que ama música, é apaixonado. Se brincar, ele gosta mais de música do que de futebol, mesmo que a vida toda jogando bola. E ele vive a música.

      Você vive um relacionamento desde antes de se tornar famoso e a gente sabe que existe muito assédio de fãs. Como vocês lidam com isso? E o que esperar do casamento?

      L: Era o que eu pedi a Deus. A gente sabia que era meu sonho e ela sempre me apoiou. É a pessoa que está sempre do meu lado, fazendo com que eu corra atrás do que desejo. Ela é uma pessoa incrível demais e está sempre comigo. Sobre o casamento, estamos caminhando, planejando. Ainda não tem uma data confirmada, mas logo sai esse casório.

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