Vídeo de Virginia beijando macaco vira alvo de racismo contra Vini Jr.

    A influenciadora Virginia Fonseca, 27, repercutiu nas redes sociais após publicar registros de um passeio em um zoológico durante viagem a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, na última terça-feira (19).

    A influenciadora estava acompanhada dos sócios Samara Pink e Thiago Stabile, além da amiga Duda Freire, e compartilhou momentos ao lado de diferentes animais, como girafas, lêmures, tigres, cobras e macacos.

    Entre os vídeos publicados, um deles chamou mais atenção ao Virginia se gravar beijando um macaco durante a interação com os animais. Na gravação, ela brinca sobre a situação: “Que pegada foi essa? (risos)”.

    O conteúdo rapidamente começou a circular em páginas de entretenimento e perfis de fofoca. Foi justamente nesses espaços que surgiram comentários de teor racista envolvendo o jogador Vinicius Jr., ex-namorado da influenciadora.

    Parte dos internautas passou a relacionar o atleta ao animal mostrado no vídeo, enquanto outros chegaram a questionar ironicamente se os dois “haviam voltado”.

    A repercussão provocou indignação entre usuários das redes sociais, que criticaram as mensagens preconceituosas e acusaram Virginia de ter publicado o conteúdo ciente da reação que iria causar.

    Alguns internautas também saíram em defesa da influenciadora, lembrando que ela já havia visitado o mesmo zoológico em agosto do ano passado ao lado dos filhos.

    Luta de Vini Jr. contra o racismo

    Vinicius Jr., atacante do Real Madrid e da Seleção Brasileira, enfrenta há anos episódios de racismo dentro e fora dos gramados.

    O jogador já foi alvo de insultos racistas em partidas do futebol espanhol e também nas redes sociais, situação que frequentemente gera mobilização internacional e campanhas de conscientização.

    Nos últimos anos, Vini Jr. se tornou uma das principais vozes no combate ao racismo no esporte. Além de denunciar publicamente episódios de preconceito, o atleta também apoia iniciativas de enfrentamento à discriminação racial. Neste mês, ele lançou um escritório de advocacia gratuito voltado ao atendimento de vítimas de crimes raciais no Brasil.

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