• Antonin Tron revela os seus planos para a Balmain

      Para o cenário do desfile, que ele descreve como “muito imersivo, quase como uma casa abandonada, mas não exatamente”, Tron trabalhou com o amigo, o arquiteto Andrea Faraguna, vencedor do Leão de Ouro na Bienal de Arquitetura de Veneza no ano passado. “Você chega a uma casa que tem 80 anos e há muitos fantasmas. Todo mundo tem uma opinião sobre o que a Balmain deveria ser; é preciso lidar com os fantasmas e não afastá-los”, diz. Claro que sua própria assinatura também será evidente. “Na Atlein, eu sempre me sentia como um diretor de cinema que só tinha um iPhone para fazer um filme e, de repente — bem, não é [o diretor] Ridley Scott —, mas posso fazer bordados, posso fazer alfaiataria.” Enquanto Rousteing se especializou na exuberância, Tron define o que faz como “opulência minimalista”. Ele mantém, por exemplo, o animal print característico da Balmain, mas sua jaqueta de estampa de oncinha bordada tem zíper.

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