• Como os braços definidos viraram símbolo de status – e mais um padrão de beleza inalcançável

      Com a comparação surge a autocobrança, e o que deveria ser uma atividade prazerosa para cuidar do corpo acaba gerando frustração. O corpo deixa de ser aliado e vira inimigo. “Quando o desejo vem de vitalidade, força e prazer no próprio corpo, estamos falando de cuidado. Mas quando uma parte específica vira símbolo de valor, disciplina ou status, o corpo deixa de ser vivido e passa a ser vigiado. Aí já não é saúde, é pressão estética”, alerta a psicóloga. “Se a relação com o corpo é marcada por culpa, rigidez e comparação constante, não estamos mais falando de bem-estar.”

      Compartilhe:

      WhatsApp
      Facebook
      Telegram
      Twitter
      Email
      Print
      VEJA TAMBÉM

      Vagas de emprego em São Paulo - SP

      Encontre a vaga ideal em São Paulo Confira salários e avaliações de empresas.
      Últimas Notícias