Com a comparação surge a autocobrança, e o que deveria ser uma atividade prazerosa para cuidar do corpo acaba gerando frustração. O corpo deixa de ser aliado e vira inimigo. “Quando o desejo vem de vitalidade, força e prazer no próprio corpo, estamos falando de cuidado. Mas quando uma parte específica vira símbolo de valor, disciplina ou status, o corpo deixa de ser vivido e passa a ser vigiado. Aí já não é saúde, é pressão estética”, alerta a psicóloga. “Se a relação com o corpo é marcada por culpa, rigidez e comparação constante, não estamos mais falando de bem-estar.”









