Em geral, comer alimentos nutritivos que beneficiam sua saúde como um todo acabará contribuindo para a saúde do cérebro. Por exemplo, Mason diz que sua recomendação alimentar para aqueles que buscam diminuir o risco de comprometimento cognitivo ou demência, ou retardar a progressão da doença de Parkinson, é a dieta mediterrânea, pois ela provou ter o nível mais forte de influência. Ele aponta para estudos que demonstraram uma redução de 10 a 30% no risco de desenvolver comprometimento cognitivo e demência em pessoas que adotaram a dieta mediterrânea. Ele também ressalta a Dieta Mind, que é uma versão modificada da dieta mediterrânea, que, segundo ele, dá uma ênfase ligeiramente diferente a alguns dos subgrupos de alimentos que também demonstraram ter os mesmos benefícios para a saúde cerebral. Muitos desses “alimentos para o cérebro” que comprovadamente ajudam na memória, no humor e na função cerebral também são recomendados para ajudar em outras necessidades do nosso corpo.









