Camilla, que há anos dedica seu trabalho real ao apoio de vítimas de violência doméstica e abuso sexual, confessou a Pelicot, de acordo com a BBC: “Conheci tantas sobreviventes de estupro e abuso sexual. Nunca pensei que pudesse me chocar com algo novamente, mas fiquei chocada com o seu caso, fiquei sem palavras”.
Aos 73 anos, Pelicot tornou-se um símbolo global de resistência após revelar que, por mais de uma década, foi drogada pelo próprio marido, que convidava dezenas de homens para estuprá-la. Ao abdicar de seu anonimato no julgamento de 2024, ela transformou sua tragédia pessoal em uma luta coletiva.









