Em uma apresentação emocionante, Jonathan Anderson exibiu em sua estreia na alta-costura da Dior, uma coleção que teve como ponto de partida a relação de anos com a artista visual Magdalene Odundo, a qual auxiliou Anderson a “pensar na alta-costura como forma, mais do que apenas uma imagem” – da qual derivaram, por exemplo, vestidos que pareciam estar “sendo moldados em um movimento de rotação, como a argila quando é trabalhada.” O estilista também foi influenciado por objetos marcados pelo tempo, utilizando materiais como meteoritos e fósseis, tecidos do século 18 e miniaturas de retratos. “A alta-costura também não tem garantia; é uma forma de conhecimento em extinção que sobrevive apenas pela prática. Criá-la é protegê-la”, disse Anderson no texto sobre a coleção.
um mergulho insider no backstage do desfile de verão 2026 de alta-costura

