Aqui não tem só revelação. Tem quem já colecione prêmio, como Jup do Bairro, premiada como revelação, e Bemti, com discos elogiados pela crítica. Tem quem passou por reality da Globo, caso de Nick Cruz, primeiro homem trans no Estrela da Casa. E tem nomes ainda em ascensão, como Caetana, a primeira cantora trans a gravar um frevo no país, e Toni Arcelinni, que já soma mais de um milhão de plays em uma única faixa. Todos seguem independentes e fazem parte do que há de mais interessante na música queer brasileira. No Mês do Orgulho, vale conhecer cada um.

