Ícone do site São Paulo Jornal

a balada que se tornou o “after” favorito dos artistas internacionais no Brasil


A potência da Zig vem, acima de tudo, de sua comunidade. Apesar de não se restringirem a gêneros musicais específicos, as festas da balada se destacaram por fugir do clichê dos espaços “gays” tradicionais. O pop mainstream dá lugar às divas do pop alternativo, com um público menor, porém altamente engajado, além de uma forte presença da música eletrônica. As festas seguem temas sempre muito conectados aos principais lançamentos musicais, acontecimentos da cultura pop ou celebrações dos maiores hits das divas pop. Foi lá, por exemplo, que Camila Pitanga marcou presença para a exibição do episódio final de Beleza Fatal. “Sabemos que a Zig não é para todo mundo. É um espaço LGBTQIAPN+ e, mesmo assim, tem gente que não gosta, que acha muito escuro, com muita fumaça”, brinca Rafa. “Mas sempre foi muito autêntico, porque é o que gostamos. E acho que muitos artistas também se reconhecem nesse espaço.”



Source link

Sair da versão mobile