• ‘Ainda há etarismo, e o público precisa se ver representado’


      Foi parte dessa aposta na maturidade que Xênica encarnou. O convite partiu de Aguinaldo Silva, com quem ela já havia feito Porto dos Milagres, ao lado do diretor artístico Luiz Henrique Rios. A relação com os dois pesou antes da personagem. Depois veio o encantamento com a figura, que ela define como um misto de loba e mãe. “O lado mãe dedicada eu já sabia, mas o lado loba me surpreendeu.” A personagem cresceu ao longo da trama, e Carla credita isso à natureza do formato. “Novela é obra aberta, e contamos com o público como parceiro. Novela é maratona, não 100 metros rasos.” Da experiência, guardou o encontro com Túlio Starling, que interpretou seu filho. “Eu amei nossas cenas e a relação que construímos de mãe solo e filho mais que amado.”



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