De trilogias de super-heróis a épicos espaciais e cinebiografias históricas, Christopher Nolan já explorou quase todos os cantos do cinema. Agora, ao adaptar a clássica história de A Odisseia, o cineasta de 55 anos decidiu dar aos fãs um gosto de algo que há muito tempo vinha sendo pedido: o gênero do terror.
O novo longa do diretor traz sequências intensas com elementos de body horror (terror corporal) durante os encontros do herói Odisseu (Matt Damon) com o Ciclope e com a feiticeira Circe (Samantha Morton).
“Eles não precisam mais me implorar para contar uma história de terror. É só comprar um ingresso”, brincou Nolan em entrevista ao The Hollywood Reporter.
Mágica do cinema: transformação visceral e sem CGI
Um dos momentos mais comentados da produção é a cena em que a personagem de Samantha Morton transforma os homens de Odisseu em porcos. Para surpresa do público, a sequência não utilizou computação gráfica (CGI).
“Não há computação gráfica, tudo é real e filmado diretamente na câmera”, revelou a atriz à Vanity Fair. “Isso é a verdadeira mágica do cinema. Sempre existiram formas pelas quais a arte do cinema pode nos enganar de maneira belíssima.”








