• Moët & Chandon celebra 280 anos com lançamento de champanhe ‘imperial’; saiba como harmonizá-lo


      “A proposta não é escolher entre tradição e inovação, mas construir o futuro a partir da força do passado”. É assim que Marie-Christine Osselin traduz a visão da maison para o mais novo lançamento da marca: Collection Impériale Création Nº 1, novo champanhe criado para celebrar os 280 anos da marca.

      A cuvée, com base 2013, foi apresentada a convidados em um jantar intimista e harmonizado no Evvai, restaurante localizado no bairro de Pinheiros, que recentemente foi laureado com três estrelas Michelin. Outros encontros também foram realizados nas cidades de Goiânia, no Famu, e Rio de Janeiro, no Madame Olympe.

      A bebida premium foi desenvolvida pelo Cellar Master Benoît Gouez a partir de um blend de sete safras envelhecidas por diferentes processos de maturação. “A verdadeira inovação de Collection Impériale Création Nº 1 é introduzir uma nova dimensão à arte do assemblage por meio do que a Moët & Chandon define como Haute Oenologie”, explica Marie-Christine. A alta-enologia é um termo cunhado pela label para traduzir sua expertise centenária em vinificação.

      O champanhe brut nature representa mais do que uma adição de prestígio ao catálogo da mason: trata-se da primeira bebida da linha de champanhes que futuramente irão compor a nova Collection Impériale — ao longo dos próximos anos, novas criações serão reveladas durante uma espécie de contagem regressiva para os 300 anos da marca, a serem completados em 2043.

      O Collection Impériale Création Nº 1 chega ao mercado já carregado de história: ele homenageia o fundador Claude Moët e celebra a relação da marca com Napoleão Bonaparte, iniciada pelo neto do fundador da label em 1801. “A maison prepara seu futuro tratando seu legado não como algo estático, mas como algo vivo. Algo que deve ser preservado, honrado e continuamente elevado”, afirma ela.

      Segundo ela, o vinho é ideal para ser apreciado por verdadeiros conhecedores que poderão desfrutar de uma jornada sensorial completa, do aroma ao paladar. “Não é um champagne introdutório para quem está começando a explorar esse universo, embora os curiosos sejam sempre bem-vindos a descobri-lo”, recomenda.

      Vale harmonizá-lo com pratos que expressam a mesma precisão e refinamento característicos do vinho. “Uma moqueca refinada, um elegante bobó de camarão ou até mesmo um crudo delicado inspirado na culinária brasileira seriam escolhas muito interessantes”, sugere. “O mais importante é o equilíbrio: o prato deve ter personalidade suficiente para dialogar com o vinho, mas também delicadeza e precisão para permitir que suas diferentes camadas se revelem”, conclui.



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