Segundo um estudo, viajar prolonga a vida. Veja como viajar pode ser um bálsamo para a sua saúde física e mental, uma excelente ferramenta para prolongar a vida e que deve ser colocada em prática o quanto antes.
Há anos escrevo sobre viagens. Sempre fui viciada em viajar: piso num aeroporto e sorrio. Como nômade por vocação, sempre tive consciência do valor formativo e educativo das viagens: descobrir novos destinos abre a mente, estimula a curiosidade, a criatividade e a imaginação, nos expõe a diferentes estilos de vida, ensina a tolerância e nos treina a viver com leveza, em trânsito, de uma maneira quase zen. Mas há um aspecto das viagens, agora destacado por novos estudos, que deve ser levado em consideração, porque viajar também faz bem para o corpo, segundo um estudo publicado no Science Daily, se feito da maneira correta. E nem vamos falar de carregar malas: viajar pode ter um impacto positivo na nossa saúde geral e se tornar a melhor prática contra o envelhecimento precoce. E não só isso: se não envolver horas de atrasos, destinos lotados e pacotes de viagem complicados, retarda o processo de envelhecimento e pode até diminuir nossa idade biológica. Em resumo, é uma prática pró-longevidade que pode prolongar nossas vidas e também beneficiar nossa saúde mental. Mas como? E porquê? E quais são as dicas e truques para criar e implementar a jornada antienvelhecimento perfeita (mesmo sem a ajuda de um chatbot)?









