Os sintomas associados ao ciclo menstrual podem representar um desafio significativo para a prática de exercícios físicos. Embora seja comum considerar uma pausa na academia devido ao desconforto, a decisão de treinar deve ser individual, pautada nos sinais do próprio corpo. A experiência varia amplamente, com algumas mulheres enfrentando dores incapacitantes.
Não existe uma contraindicação absoluta para a atividade física durante o período menstrual. Pelo contrário, em muitos casos, o exercício pode oferecer benefícios, auxiliando no alívio de certos sintomas. Se houver conforto, é possível manter os treinos, adaptando-os para torná-los mais toleráveis.
Impacto do Ciclo Menstrual no Treino
Cólicas, dores corporais, alterações de humor e fadiga são alguns dos sintomas diversos relacionados à menstruação, que variam individualmente e podem afetar a rotina. Em situações de desconforto intenso, a perspectiva de um treino exaustivo pode ser desanimadora, e a fadiga pode se tornar um obstáculo considerável.
No entanto, para aquelas que experienciam sintomas mais gerenciáveis, manter a atividade física durante essa fase pode trazer vantagens. A liberação de endorfinas, associada ao exercício, contribui para o alívio de sintomas físicos e psicológicos da Tensão Pré-Menstrual (TPM) e da própria menstruação. Estudos indicam que a prática regular de atividade física pode reduzir a intensidade das dores e das alterações de humor.
Exercícios Recomendados e Adaptações
Nenhum exercício é estritamente contraindicado caso os sintomas sejam leves. Contudo, é prudente realizar adaptações na rotina de treinos em momentos de maior desconforto ou fluxo menstrual intenso. Muitos optam por evitar exercícios de alta intensidade ou com movimentos bruscos.
Um treino aeróbico mais leve, como caminhada, representa uma excelente alternativa para maximizar os benefícios da atividade física sem agravar a fadiga ou as dores. Atividades como ioga, pilates e dança também podem promover o movimento e o relaxamento, auxiliando efetivamente no alívio dos sintomas.
O fundamental é compreender como o próprio corpo reage e se há um limite distinto durante o período menstrual. O ajuste do treino deve ser realizado conforme a necessidade individual e a percepção de bem-estar.
Fonte: https://saude.abril.com.br









