“O consumidor contemporâneo não quer apenas ter. Ele quer sentir, lembrar, pertencer a um momento com um espaço que lhe traga segurança e conforto”, observou o filósofo. “O luxo deslocou, em grande parte, o valor do objeto para o espaço da experiência”, explica. “O luxo do futuro será cada vez mais existencial”, conclui.









