Lembro, por exemplo, da primeira vez que vi, ao vivo, Liniker em um palco. Ela ainda fazia parte da banda Liniker e os Caramelows, há quase dez anos. Fiquei encantada com a força e a presença da cantora, que, correndo por entre a plateia, eletrizou a audiência. No ano passado, a vi novamente na comemoração de 50 anos da Vogue Brasil, mais romântica, mais madura. Quem não se delicia (e não se identifica) com o refrão “Quero saber se você vai/ Correr atrás de mim num aeroporto / Pedindo pr’eu ficar, pr’eu não voar /Pr’eu maneirar um pouco”.









