O botox é um dos procedimentos estéticos mais popularizados, já que a aplicação da toxina botulínica tem se tornado cada vez mais comum nas clínicas estéticas.
Ao congelar os músculos do rosto, o procedimento reduz a formação de sinais e linhas de expressão, trazendo a sensação de rejuvenescimento.
O método é buscado principalmente para conter sinais de envelhecimento e melhorar aspectos da pele da face, deixando o rosto mais firme e reduzindo a formação de novas marcas de expressão.
O que poucos sabem é que a técnica que paralisa o rosto também pode influenciar nas relações interpessoais. Críticas apontam que o procedimento vem minando as emoções, já que “trava” parte das expressões faciais. No entanto, estes efeitos podem trazer impactos mais profundos do que os que são visíveis.
A aplicação do botox pode interferir também na mimética facial, que é a capacidade de identificar e interpretar o que os outros sentem a partir das expressões faciais. Ou seja, ao travar a face com a aplicação da toxina botulínica, fica mais difícil transparecer as expressões, emoções e sentimentos.
Com isso, acompanhar expressões faciais ao se relacionar ou interagir com alguém pode ser um obstáculo. Isso porque o cérebro passa a ter mais dificuldade de decodificar e identificar expressões e emoções.
Pensando nas relações, a falta de movimentos espontâneos, como olhares e sorrisos, faz com que o cérebro pare de receber o feedback positivo ao conversar com alguém, por exemplo.
Efeitos na vida sexual?
Este obstáculo também pode transformar a experiência sexual. Durante o sexo, o corpo reage contraindo músculos e o rosto acaba sendo um ponto de conexão entre as pessoas envolvidas.
Sendo assim, com as expressões reduzidas, é possível que a intensificação do prazer no ato sexual também tenha um impacto, gerando maior dificuldade para chegar ao clímax, por exemplo.









