• Flávio diz que julgamento será importante e quer investigação contra Moraes

      O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu, nesta segunda-feira (14), durante agenda de campanha em Belém, investigações contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), no caso Master.

      A Corte terá uma sessão plenária extraordinária nesta terça-feira (15), que envolve a discussão sobre as mensagens entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo Flávio, o julgamento será um dos momentos mais importantes dos últimos anos para o país.

      “É o início de um julgamento que eu tenho certeza que vai fazer com que o Alexandre de Moraes seja oficialmente investigado”, afirmou.

      O candidato também defendeu o afastamento do ministro e disse considerar necessária a divulgação de informações sobre investigações em andamento no Supremo.

      Flávio citou ainda investigações e casos relacionados ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

      “Eu quero a transparência de todas as investigações que estão em andamento no Supremo”, declarou.

      Exploração da Amazônia

      Flávio participou de uma moto-carreata pelas ruas da capital paraense ao lado do candidato ao governo do Pará, Dr. Daniel (Podemos), e do candidato ao Senado, delegado Éder Mauro (PL).

      Ele também comentou sobre a exploração de recursos da Amazônia.

      “O Brasil vai voltar a ter empresas vindo para cá, com segurança jurídica, que vão transformar as riquezas que Deus deu ao Pará em riquezas para o povo paraense e para o povo brasileiro”, declarou.

      O candidato também defendeu a revitalização da Transamazônica, considerada estratégica para a integração e o escoamento da produção de municípios do interior da Região Norte.

      Segurança e combate ao crime organizado

      Outro ponto destacado durante a agenda em Belém foi o combate ao narcotráfico e ao que o candidato chamou de “narcoterroristas”.

      A segurança pública foi apresentada como uma das condições necessárias para ampliar investimentos e atividades econômicas na Região Norte.

      A defesa de maior presença do Estado na região foi associada por Flávio à necessidade de garantir segurança para moradores, produtores e empresas que pretendam investir na Amazônia.

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