• Trump volta a atacar eleições americanas e pede reforma a Republicanos

      O presidente americano, Donald Trump, voltou a atacar o sistema eleitoral dos Estados Unidos em uma postagem na Truth Social, sua rede social.

      Sem provas, Trump disse que as eleições americanas são manipuladas e motivo de piada pelo mundo.

      “As eleições da América são manipuladas, roubadas e motivo de piada em todo o mundo”, escreveu. “Ou nós as consertamos, ou não teremos mais um país”, acrescentou.

      O líder Republicano disse que pediu aos seus colegas de partido que lutem para mudanças e citou o que ele chamou de “Lei Salve a América”.

      “Estou pedindo a todos os republicanos que lutem pelo seguinte:

      SAVE AMERICA ACT! (Lei Salve a América!)

      1. IDENTIDADE: Todos os eleitores devem apresentar documento de identidade.

      2. CIDADANIA: Todos os eleitores devem apresentar prova de cidadania dos Estados Unidos para se registrarem para votar.

      3. VOTO POR CORRESPONDÊNCIA: Fim dos votos por correio (Exceto em casos de doença, deficiência, militares ou viagens!)”

      Como funciona o sistema eleitoral dos EUA

      A eleição presidencial nos Estados Unidos acontece a cada quatro anos, na primeira terça-feira de novembro. O dia do voto é a última etapa de uma verdadeira “corrida de obstáculos”, que começa com — pelo menos — um ano de antecedência.

      Os americanos podem votar de três maneiras diferentes: pelo correio, quando existe uma justificativa; antecipadamente, também para evitar concentração de eleitores nas sessões; e presencialmente, no dia oficial da eleição.

      A maior particularidade da escolha do presidente dos Estados Unidos está no peso de cada estado. Hillary Clinton, in 2016, e Al-Gore, em 2000, tiveram mais votos, mas não foram eleitos.

      O país usa o chamado “sistema de colégio eleitoral”: cada estado vale “pontos”, que equivalem ao número de parlamentares no Congresso.

      O candidato que tiver mais votos populares em cada estado leva o número total de representantes. Com duas exceções: Maine e Nebraska, que dividem seus delegados proporcionalmente ao número de cédulas conquistadas pelo democrata e pelo republicano.

      Vence a corrida à Casa Branca quem somar 270 delegados de um total de 538.

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