Um dos nomes mais influentes culturalmente nos anos 1980 e 1990, Princesa Diana jamais passava despercebida. Onde quer que fosse, era acompanhada por dezenas de fotógrafos, e cada aparição pública rendia novas imagens e manchetes nos tabloides mundiais. Graças a esse registro quase contínuo, foi possível acompanhar a evolução de seu guarda-roupa ao longo dos anos.
Do casamento com Príncipe Charles III, em 1981, quando surgiu com o opulente vestido de noiva de mangas bufantes, ao famoso revenge dress — “vestido da vingança” de silhueta tubinho e ombros à mostra, usado em 1994 após o divórcio com o monarca britânico —, passando pelos shorts de ciclista com moletom que anteciparam tendências do athleisure, Lady Di foi um inegável ícone de estilo. E se houve um elemento fashion que atravessou todas as suas fases, foi uma cor: o rosa.
De delicados tons pastel ao pink vibrante, o tom se tornou uma de suas maiores assinaturas de estilo. A predileção por ele aparecia em produções diversas, que transitavam entre looks de gala e compromissos oficiais no período em ainda que ocupava o título de Princesa de Gales, até momentos de lazer flagrados pelos paparazzi.
A presença recorrente da cor fez com que alguns especialistas de cobertura especializada em realeza, criassem uma teoria – a de que o rosa era uma forma da Lady Di comunicar seu estado de espírito. Segundo a tese, os tons mais vibrantes eram destinados para situações em que a princesa precisava transmistir firmeza, poder e autoconfiança. Enquanto as versões mais suaves a acompanhavam em ocasiões mais sóbrias, de leveza e discrição.
Hipóteses a parte, é fato que quando se trata de fonte de inspiração, Lady Diana segue como um ícone inabalável, mesmo tantos anos após a sua morte. Por isso, revisitamos os seus looks cor-de-rosa com sugestões de peças inspiradas. Veja, logo abaixo:
Lady Di recorria frequentemente aos conjuntos de alfaiataria: blazers estruturados combinados com saias e calças sociais. Quando optava por saias, as meias-calças escuras e os scarpins pretos eram suas principais escolhas para equilibrar o rosa com sofisticação.
Nos períodos de gravidez, os vestidos mídis com modelagens largas foram os seus favoritos – e claro, muitas vezes na cor rosa.
O tempo podia fechar e o rosa seguia como opção para Lady Di. A tonalidade vibrante, especialmente nas versões pink e rosa-choque, ganhava espaço em seu guarda-roupa de inverno e meia-estação com sobretudos.
Lady Di também levava a sua cor preferida para eventos mais formais. Um exemplo é o modelo rosa-claro e branco de cetim criado por Catherine Walker, que certamente era um dos seus favoritos. O vestido foi usado por ela pela primeira vez em 1989 e depois em 1992.
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