• Conheça 5 marcas indígenas presentes nos looks de Anitta em "Equilibrivm"




      Neste domingo (09.08), data em que é celebrado o Dia Internacional dos Povos Indígenas, voltamos ao universo de “Equilibrivm”, de Anitta, que se apresenta hoje pela segunda noite consecutiva em São Paulo, para conhecer cinco etiquetas presentes no projeto: Maurício Duarte, Sioduhi Studio, Nalimo, Terán e Empório Muritiba.
      Seja no vestuário ou nos acessórios, as marcas unem os saberes dos povos originários ao design contemporâneo por meio de técnicas artesanais e pesquisas tecnológicas. Conheça a trajetória de cada uma delas abaixo.
      Maurício Duarte
      Chapéu em fibra de tucum da Maurício Duarte Brand desenvolvido pelas mulheres indígenas da Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARN – Numiã Kurá)
      Reprodução/YouTube

      Primeiro estilista indígena a ter integrado o line-up do São Paulo Fashion Week, o amazonense Maurício Duarte, do povo Kaixana, fundou sua marca homônima em 2019. Suas coleções unem alfaiataria contemporânea a técnicas artesanais desenvolvidas em parceria com comunidades indígenas da Amazônia e matérias-primas naturais, como a fibra de arumã.
      Sioduhi Studio
      Saia de palha de tucum da Sioduhi Studio feita em parceria com Ínaru Éyawa
      Caia Ramalho
      Criada pelo designer e pesquisador indígena Sioduhi Waíkhun, do povo Piratapuya, a Sioduhi Studio foi fundada em 2020. Primeira marca da região Norte a integrar o line-up da Casa de Criadores, a etiqueta une técnicas e tecnologias indígenas à moda contemporânea, desenvolvendo pesquisas com materiais amazônicos e tingimentos naturais.
      Terán
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      A Terán, grife da artista multidisciplinar Lucrécia Terán, mulher trans e indígena equatoriana, foi fundada durante a pandemia e, há dois anos, ampliou sua atuação para a joalheria. Suas criações têm como ponto de partida os saberes ancestrais dos povos originários de Abya Yala, traduzidos em peças artesanais produzidas com técnicas tradicionais de ourivesaria e trabalho manual.
      Nalimo
      Saia de palha de carnaúba e fibra de malva da Nalimo
      Divulgação
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      Fundada pela estilista Day Molina, descendente dos povos Fulni-ô e Aymara, a Nalimo, também um nome frequente na Casa de Criadores, tem forte influência da avó materna da designer, Nana, que a ensinou a costurar, bordar e tecer. Com modelagens minimalistas e tecidos naturais, a designer também se destaca pelo ativismo, criando o movimento #DescolonizeAModa.
      Empório Muritiba
      Pulseiras de miçangas Empório Muritiba feitas pelo povo Kamayurá, que vive às margens da lagoa Ipavu, no Alto Xingu
      Divulgação
      Ainda que não seja uma marca, o Empório Muritiba é uma plataforma dedicada à valorização dos povos originários. O espaço, fundado em 2012, reúne vestuário, acessórios, artesanato e objetos produzidos por diferentes comunidades indígenas brasileiras, contribuindo para ampliar a circulação dessas criações e fortalecer seus saberes tradicionais.



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