Poucas coisas são tão satisfatórias quanto bolar a fantasia perfeita para o Halloween. Melhor ainda quando ela faz referência a algo que sequer existia no Halloween do ano anterior. Referências à cultura pop são sempre uma boa ideia, claro, mas é ainda mais divertido buscar inspiração nos filmes de terror que mais deram o que falar em 2026 até agora. A seguir, cinco lançamentos que renderam personagens e visuais memoráveis, com opções relativamente fáceis de reproduzir.
Há várias versões de Nikki, personagem de Inde Navarrette em Obsessão, que você pode escolher para o Halloween: a Nikki ensanguentada e histérica, com um charmoso top de zebra vermelho e preto; a Nikki relaxada, de faixa vermelha na cabeça e camisa polo com zíper; ou a Nikki tendo um colapso no restaurante, com seu tricô de ombros à mostra. O thriller de Curry Barker não economiza em visuais marcantes. Pontos extras para quem quiser levar a fantasia a sério e acrescentar um pouco de vômito falso.
Backrooms — Renate Reinsve ou Chiwetel Ejiofor
Os mais empenhados podem homenagear o pesadelo amarelo e ensolarado de Kane Parsons recriando o figurino pirata, em tons pastel, usado pelo personagem de Chiwetel Ejiofor. Para quem procura uma opção mais simples, o visual de Renate Reinsve, com camisa de gola larga e aparência levemente vintage e calça escura, é infinitamente mais fácil de reproduzir. Para completar, vale acrescentar mocassins, um blazer cinza de corte quadrado e um colar com medalhão dourado.
Dia D — Margaret Fairchild
Para uma fantasia de última hora, basta tirar do armário seu vestido de festa vermelho-tomate favorito e falar com uma voz alienígena cheia de estalos, como Margaret Fairchild, a meteorologista interpretada por Emily Blunt no novo e delirante filme de ficção científica de Steven Spielberg. Ou, se a preferência for pelo vilão corporativo vivido por Colin Firth, a sugestão é combinar um terno azul-marinho com uma gola alta preta, lentes de contato levemente assustadoras e de aparência sobrenatural, um protetor bucal transparente e falsos monitores de ondas cerebrais presos à testa.
Acampamento Miasma: Adolescência, sexo e morte — Little Death, Billy Presley ou Kris
Há três caminhos possíveis para entrar no universo do slasher romântico e assumidamente exagerado de Jane Schoenbrun. O primeiro é se transformar em Little Death, a assassina interpretada por Jack Haven e figura central da franquia fictícia Camp Miasma: um macacão de proteção sujo, um capacete com formato de saída de ar e uma longa lança. Outra opção é Billy Presley, personagem de Gillian Anderson, apostando no glamour da velha Hollywood: vestidos decotados inspirados nos anos 1940 e robes de seda acompanhados de um turbante com joias ou de um chapéu de feltro de abas largas.
Ou, ainda, Kris, a cineasta interpretada por Hannah Einbinder, em seu inesquecível visual final: um pequeno top rosa e uma calça de pijama soltinha, completamente cobertos de sangue falso. É particularmente indicado para quem vai dar uma festa em casa e quer ficar confortável. Qualquer que seja a escolha, é difícil errar.









