Em meio às obras da Galeria Nacional de Arte Moderna e Contemporânea de Roma, Maria Grazia Chiuri fez sua estreia na alta-costura Fendi sendo, acima de tudo, fiel à própria visão criativa. Roma serviu como principal fio condutor da coleção, inspirando uma proposta que celebra o corpo por meio da liberdade de movimento. Modelagens afastadas da silhueta, vestidos de chiffon com padrões geométricos e jaquetas e casacos de inspiração quimono reforçaram essa ideia de fluidez.
Em um desfile reduzido aos tons de preto, branco e bege, a diretora criativa recorreu aos códigos que marcaram sua trajetória: rendas, transparências, drapeados delicados, volumes etéreos, aplicações em tule, capas esculturais e uma alfaiataria de construção precisa, que privilegia a leveza e o conforto em vez da rigidez.









