• "Minha vida está em uma ebulição maravilhosa", diz Camila Pitanga




      Entre gravações, temporadas no teatro, preparativos para o casamento e até uma reforma em casa, acredite se quiser, mas Camila Pitanga ainda consegue encontrar espaço para celebrar mais uma novidade: a atriz foi anunciada nesta segunda-feira (28.09) como a mais nova Friend of the Brand da Bvlgari no Brasil.
      “É uma honra estar ainda mais próxima dessa marca, que admiro pela excelência e pela capacidade de transformar joias em expressão de arte, identidade e personalidade”, conta à Vogue. Para Camila, a novidade chega em meio ao que ela própria define como uma “ebulição muito maravilhosa”. E não é exagero. Depois do sucesso de “Beleza Fatal”, que ganhará uma segunda parte, a atriz concilia as gravações de “Casamento Aberto e Outras Coisas que Não Existem”, sua nova série para a Netflix, com a circulação pelo país da peça “Lia Lia”, ao lado de Bete Coelho.
      Na conversa abaixo, Camila fala sobre esse novo capítulo com a Bvlgari, relembra as joias que marcaram sua vida, revisita duas personagens para quem roupas, maquiagem e acessórios foram fundamentais (Bebel, de “Paraíso Tropical”, e Lola, de “Beleza Fatal”) e revela o que está fascinada por fazer em seus momentos de descanso. Confira!
      Vogue: Como é para você se tornar Friend of the Brand da Bvlgari?
      Camila Pitanga: Eu estou achando o maior barato. É uma honra estar ainda mais próxima dessa marca, que admiro pela excelência e pela capacidade de transformar joias em expressão de arte, identidade e personalidade. Estou amando fazer parte desse universo e achando muito chique representar a marca aqui no Brasil, ao lado de nomes internacionais como Dua Lipa, Anne Hathaway e tantos outros.
      Você se lembra da primeira joia que marcou a sua vida? Qual é a história?
      CM: Bom, eu comecei a trabalhar muito nova. Não sou herdeira, tudo o que tenho é fruto do meu trabalho, então me lembro bem da emoção de comprar meu primeiro par de brincos de joia e do que aquilo significava para mim. Era uma conquista, representava um lugar que significou muito para mim.
      Mas, dando um grande salto no tempo, lembro também de quando a minha filha [Antônia] nasceu e eu comprei um kit muito especial, com os primeiros brincos, a pulseirinha, toda uma composição que também foi muito significativa, muito simbólica. Lembrei desses dois momentos icônicos para mim.
      Camila Pitanga
      Bob Wolfenson

      Em qual de seus papéis a moda, entre roupas e joias, mais influenciou a construção da personagem? Por quê? Como isso se deu?
      CM: Eu tenho duas personagens que são icônicas e que lançaram moda de certa maneira. Acho que tanto a Bebel, de “Paraíso Tropical” (2007), quanto a Lola, de “Beleza Fatal” (2025). No caso da Bebel, isso acontece desde o momento do calçadão até quando ela enriquece, conquista um novo status, fica meio namorada do Olavo [Wagner Moura] e, depois, para fazer ciúme nele, se envolve com um cara mais rico, o Urbano, que banca ela. Nesse enredo, tinha a história das joias, de uma grande joia que ela ganhava dele.
      E a Lola, depois que conquista seu império, começa a ter roupa, maquiagem, joia… Tudo diz muito sobre ela, tudo é muito simbólico e aspiracional também. Embora sejam mulheres excêntricas, absurdas, acho que são duas personagens que têm essa estética do deboche, do excesso, mas que marcaram com seus looks, seu comportamento e sua personalidade.
      Depois de dividir o palco com Bete Coelho em “Lia Lia” em São Paulo, você mergulhou nas gravações da série “Casamento Aberto e Outras Coisas que Não Existem”. O que mais tem te fascinado em relação ao seu momento profissional atual?
      CM: A minha vida está em uma ebulição muito maravilhosa. São muitas conquistas! Tem o sucesso de “Beleza Fatal”, que vai ter uma segunda parte e que, no ano que vem, estaremos rodando. Estou aqui em São Paulo, no meio dessa maratona de gravações de “Casamento Aberto e Outras Coisas que Não Existem”, um projeto incrível que inaugura essa parceria com a Netflix.
      Também estou viajando com a peça “Lia Lia”. Fizemos uma temporada em São Paulo e fomos para Belo Horizonte e Porto Alegre. Quero muito que dê certo para que, no início do ano que vem, estejamos também no Rio de Janeiro fazendo temporada. Além disso, estou cuidando dos preparativos do meu casamento com o Patrick [Pessoa]. Enfim, está intenso, mas está muito maravilhoso!
      Para além do trabalho, pelo que você tem se apaixonado nos seus momentos de descanso?
      CM: Olha, como se não bastasse tudo o que falei, estou fazendo uma pequena reforma na minha casa. Então, estou gostando de ficar com o meu namorado na casa dele, sabe? Daqui a pouquinho, minha casa vai ficar pronta e vou voltar a passar os finais de semana por lá. Quando não estou com a peça, estou gostando de ficar em casa.
      O Rio de Janeiro não está sendo muito generoso, muito amigo do time dos que amam praia [risos], mas estou torcendo para, neste final de semana, por exemplo, poder pegar uma praia, um sol, porque fiquei duas semanas sem folga, viajando com a peça e fazendo a série.
      Também tenho ido muito ao teatro. Fui ver a peça da Bianca Comparato, que adorei! E, sempre que posso, gosto de ir a exposições e peças de teatro, que é o que alimenta a minha alma. E, claro, a natureza. Se puder estar na praia do Rio jogando frescobol, melhor impossível!



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