Detalhes do Ataque e Balanço Inicial de Mortos
Cinco dias após os Estados Unidos (EUA) realizarem uma ação militar contra a Venezuela, que visava destituir o presidente Nicolás Maduro, as autoridades venezuelanas ainda não divulgaram o total oficial de mortos, feridos ou a extensão completa dos danos. As poucas informações oficiais até o momento, contudo, indicam que ao menos 58 pessoas morreram no sábado, 3 de novembro. Nesse dia, militares estadunidenses invadiram o território venezuelano, bombardearam pontos estratégicos na capital, Caracas, e nos estados de Aragua, La Guaira e Miranda, e sequestraram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cília Flores, que foram levados para um centro de detenção temporária em Nova York.
A chamada Operação Resolução Absoluta vitimou 32 militares cubanos que integravam a segurança de Maduro. Além disso, pelo menos 24 homens e mulheres que serviam no Exército venezuelano também perderam a vida durante a ação. Entre as vítimas, duas civis já foram identificadas, cujos detalhes emergem gradualmente.
As Vítimas Civis Identificadas
Uma das vítimas civis é Rosa Elena Gonzáles, de 80 anos, que morava perto da Academia Militar da Armada Bolivariana, em La Guaira. Segundo informações da imprensa venezuelana e agências como a EFE, ela foi gravemente ferida quando sua casa foi atingida durante o ataque. Levada ao hospital, a idosa não resistiu aos ferimentos e seu corpo foi enterrado na segunda-feira, 5 de novembro.
A segunda vítima civil dos bombardeios do último sábado já identificada é a colombiana Yohana Rodríguez Sierra, de 45 anos. Sua morte foi confirmada na segunda-feira pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que criticou Donald Trump em sua conta no X (antigo Twitter): “Ao bombardear [a Venezuela], assassinaram uma mãe colombiana”. A casa onde Yohana morava com a filha, em El Hatillo, Miranda, foi atingida por um míssil estadunidense, provavelmente lançado contra torres de telecomunicações da região. Yohana, que vivia na Venezuela há mais de uma década e tinha um pequeno comércio, não resistiu aos ferimentos.
Homenagens e Contexto da Ação
Na terça-feira, 6 de novembro, a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) homenageou os 24 soldados venezuelanos mortos durante a ação militar. O Ministério das Relações Exteriores de Cuba também divulgou, em suas redes sociais, uma mensagem ilustrada com as fotos dos 32 militares cubanos falecidos. É importante destacar que a Operação Resolução Absoluta foi realizada sem o conhecimento do Congresso dos Estados Unidos e sem o aval do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
Vítimas Identificadas: Militares e Civis
As autoridades venezuelanas e cubanas começam a divulgar detalhes sobre as vítimas dos ataques militares dos Estados Unidos, que ocorreram no último sábado (3). Embora o número total de mortos ainda não tenha sido plenamente consolidado, informações preliminares indicam que pelo menos 58 pessoas perderam a vida na ação que atingiu Caracas e os estados de Aragua, La Guaira e Miranda.
Entre as vítimas identificadas, a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) confirmou a morte de 24 soldados venezuelanos que serviam no Exército durante a Operação Resolução Absoluta. Em uma homenagem realizada na terça-feira (6), a FANB lamentou a perda desses militares, cuja atuação foi crucial diante da invasão estadunidense, que não teve aval do Congresso dos EUA nem do Conselho de Segurança da ONU.
O conflito também vitimou 32 militares cubanos que integravam a segurança do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. O Ministério das Relações Exteriores de Cuba divulgou, em suas redes sociais, uma mensagem ilustrada com as fotos dos combatentes, lamentando a morte dos seus compatriotas que estavam a serviço na Venezuela.
Além dos militares, pelo menos duas civis foram identificadas entre as vítimas fatais. Rosa Elena Gonzáles, de 80 anos, morreu após sua casa, localizada perto da Academia Militar da Armada Bolivariana em La Guaira, ser atingida durante o bombardeio. Gravemente ferida, a idosa não resistiu e seu corpo foi enterrado na segunda-feira (5), em uma cerimônia que reuniu amigos, familiares e jornalistas.
A segunda vítima civil é a colombiana Yohana Rodríguez Sierra, de 45 anos, cuja morte foi confirmada na segunda-feira (5) pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Petro criticou veementemente a ação de Donald Trump, afirmando que 'Sob tuas ordens internacionalmente ilegais, assassinaram uma inocente mãe colombiana, caribenha, cheia de sonhos'.
Yohana morava com a filha, Ana Corina Morales, em uma área residencial de El Hatillo, Miranda. A residência foi atingida por um míssil, provavelmente destinado a torres de telecomunicações na região. A colombiana, que vivia há mais de uma década na Venezuela e possuía um pequeno comércio, não sobreviveu aos ferimentos causados pelo ataque.
Reações de Líderes e Homenagens Póstumas
Após o ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou em dezenas de mortos, líderes internacionais expressaram suas posições e homenagens póstumas foram realizadas às vítimas. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, foi uma das vozes mais críticas à operação estadunidense, condenando a ação que vitimou civis, incluindo uma cidadã colombiana.
Petro utilizou sua conta pessoal na plataforma X (antigo Twitter) para criticar duramente o presidente dos EUA, Donald Trump. Em sua mensagem, ele declarou: "Ao bombardiar [a Venezuela], assassinaram uma mãe colombiana". O líder colombiano reforçou seu repúdio, afirmando que "Sob tuas ordens internacionalmente ilegais, assassinaram uma inocente mãe colombiana, caribenha, cheia de sonhos", referindo-se à morte de Yohana Rodríguez Sierra, cuja morte ele mesmo confirmou no último dia 5.
Em meio à dor pelas perdas, as Forças Armadas Nacional Bolivariana (Fanb) realizaram, na terça-feira (6), uma homenagem aos 24 soldados venezuelanos que perderam a vida durante a ação militar. Paralelamente, o Ministério das Relações Exteriores de Cuba divulgou nas redes sociais uma mensagem ilustrada com as fotografias dos 32 militares cubanos mortos, que faziam parte da segurança do presidente Nicolás Maduro e que também foram vítimas do ataque.
Operações no Caribe Elevam o Número de Mortos na Região
A escalada do conflito na Venezuela, com as recentes operações militares dos Estados Unidos, resultou em um alarmante aumento no número de mortos na região, reverberando por todo o Caribe. As ações, focadas na destituição do presidente Nicolás Maduro, provocaram um balanço inicial de ao menos 58 vítimas fatais apenas no último sábado, conforme as poucas informações oficiais disponíveis. A tragédia se estende a diferentes nacionalidades, sublinhando a dimensão regional do ataque.
Entre os mortos, foram confirmados 24 militares venezuelanos e 32 integrantes da segurança cubana que serviam a Maduro, um reflexo do apoio regional à sua gestão. A violência atingiu também civis inocentes. Rosa Elena Gonzáles, de 80 anos, moradora de La Guaira, uma região costeira venezuelana, faleceu após sua casa ser atingida durante os bombardeios. Seu caso destaca o impacto direto das operações em comunidades caribenhas.
Outra vítima civil com forte ligação regional é Yohana Rodríguez Sierra, uma mãe colombiana de 45 anos que vivia há mais de uma década na Venezuela. Sua morte em El Hatillo, Miranda, após um ataque que provavelmente visava infraestruturas de telecomunicações, gerou forte condenação do presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Ele criticou veementemente o presidente dos EUA, Donald Trump, via X, afirmando que a operação assassinou uma 'mãe colombiana, caribenha, cheia de sonhos', reforçando a percepção de que a violência transborda as fronteiras venezuelanas e afeta diretamente a população da Bacia do Caribe.
As homenagens prestadas pela Força Armada Nacional Bolivariana aos seus soldados e pelo Ministério das Relações Exteriores de Cuba aos seus militares ilustram o alto custo humano. A ausência de aprovação do Congresso dos EUA e do Conselho de Segurança da ONU para a operação acentua a gravidade da crise, transformando as águas do Caribe e o território venezuelano em um palco de mortes e desestabilização regional sem precedentes.











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