Três nomes da literatura brasileira contemporânea, Eliana Alves Cruz, Fabricio Oliveira e Caetano Galindo, foram premiados durante a comemoração dos 129 anos da Academia Brasileira de Letras, na última semana, no Petit Trianon, no Rio de Janeiro. Eles estrearam a lista de vencedores de três novos prêmios literários criados pela casa fundada por Machado de Assis, cada um batizado com um nome que ajudou a moldar as nossas letras.
Eliana levou o Prêmio Guimarães Rosa, de ficção, por Veridiana, enquanto o Manuel Bandeira, de poesia, ficou com Fabricio, por Noite Obscena, e o Euclides da Cunha, de humanidades, foi parar nas mãos de Caetano, por Na Ponta da Língua. Cada vencedor levou para casa um valor em dinheiro e uma caneta Montblanc Meisterstück revestida de platina, cortesia da maison, que apoia a criação das novas honrarias ao lado da Academia.
A mesma noite ainda coroou Cristovão Tezza com o Prêmio Machado de Assis, a mais alta honraria da casa, dada pelo conjunto da obra, e aproveitou a data para celebrar os 70 anos de Grande Sertão: Veredas, o épico de Guimarães Rosa.
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