• Ato revive tradição de bonecos infláveis com Bolsonaro censurado

      O ato deste domingo (1), convocado por lideranças da direita na Avenida Paulista, em São Paulo, trouxe uma nova roupagem à tradição dos bonecos infláveis. Marca dos protestos que pediam o impeachment de Dilma Rousseff (PT) há dez anos, os “pixulecos” voltaram com outras formas e motivações.

      Bonecos de Bolsonaro também foram vistos na manifestação. “Falem por mim”, dizia a tarja sobre a boca de uma das figuras do ex-presidente. No ato, os infláveis sugeriram que o presidente Lula — cujo terceiro mandato tem sido associado pelos manifestantes a novas suspeitas de corrupção — fosse novamente preso.

      Boneco gigante conhecido como Pixuleco, na Avenida Paulista. O boneco se tornou símbolo de protestos contra a corrupção e o PT desde a Operação Lava Jato.O boneco se tornou símbolo de protestos contra a corrupção e o PT desde a Operação Lava Jato. (Foto: Reprodução/ X Ricardo Salles/ X @rsallesmma)

      O nome “Pixuleco”, pelo qual este tipo de bonecos infláveis ficaram conhecidos, surgiu após a Operação Pixuleco, em 2015, que teve como alvo o petista José Dirceu.

      As milhares de pessoas presentes concentraram-se nas imediações do MASP. O carro de som “Avassalador” reuniu autoridades como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e os deputados federais Ricardo Salles e Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Flávio Bolsonaro chegou por volta das 15h, acompanhado de Romeu Zema, Nikolas Ferreira e do pastor Silas Malafaia.

      Fotos: Gabriel Fidalgo / Gazeta do Povo

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